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	<title> &#187; Bruno</title>
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		<title>Capotraste, tonalidade e conclusões precipitadas</title>
		<link>http://acordesdeviolao.com.br/2012/01/11/capotraste-tonalidade-e-conclusoes-precipitadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de violão]]></category>
		<category><![CDATA[Capotraste]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de tonalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Algum tempo atrás recebi um comentário no artigo sobre capotraste que é &#8211; no mínimo &#8211; precipitado. Apesar do comentarista ter sido precipitado em tirar conclusões sobre a minha &#8211; digamos assim &#8211; &#8220;capacidade técnica&#8221;, o comentário serviu para que eu me lembrasse que cada pessoa que lê os artigos do blog pode tirar conclusões erradas sobre qualquer coisa. No caso específico, a pessoa concluiu, sem propriedade alguma, que eu não sabia como fazer transporte de tonalidade, e por isso utilizava o capotraste. Obviamente, esta … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2012/01/11/capotraste-tonalidade-e-conclusoes-precipitadas/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3445" title="capotraste" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2010/02/CAPO_2CP-300x199.jpg" alt="capotraste" width="300" height="199" />Algum tempo atrás recebi um comentário no artigo sobre capotraste que é &#8211; no mínimo &#8211; precipitado. Apesar do comentarista ter sido precipitado em tirar conclusões sobre a minha &#8211; digamos assim &#8211; &#8220;capacidade técnica&#8221;, o comentário serviu para que eu me lembrasse que cada pessoa que lê os artigos do blog pode tirar conclusões erradas sobre qualquer coisa.</p>
<p>No caso específico, a pessoa concluiu, sem propriedade alguma, que eu não sabia como fazer transporte de tonalidade, e por isso utilizava o capotraste. Obviamente, esta pessoa equivocou-se não somente em uma coisa. Equivocou-se, em primeiro lugar a respeito deste blog. Ele provavelmente pensou que o artigo sobre capotraste foi escrito por um participante de fórum ou coisa assim. Quando a verdade é que todos os artigos deste blog são escritos por mim. Incluindo o artigo sobre <strong><a title="Transporte de tonalidade" href="http://acordesdeviolao.com.br/2010/02/23/teoria-musical-transporte-de-tonalidade/" target="_blank">transporte de tonalidade</a></strong>, escrito muito antes do artigo sobre capotraste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos então ao motivo deste artigo, que não é, em absoluto, falar sobre o comentarista equivocado:</p>
<p><strong>Capotraste, tonalidade e&#8230;</strong></p>
<p>Vamos aqui tentar dirimir algumas dúvidas que porventura possam estar em sua cabeça.</p>
<ol>
<li><strong>Capotraste serve para transportar tonalidade?</strong> &#8211; Sim, serve. Mas na prática torna-se bastante complicado fazer transporte somente com capotraste. A idéia de que usando o capotraste não é necessário aprender as diversas posições de acordes para tocar violão é errada.</li>
<li><strong>Um músico profissional usa capotraste?</strong> - É claro que sim. Não há nada de vergonhoso em usar o capotraste. O fato de usar capotraste não quer dizer que o músico seja incompetente. Muitas vezes ele quer obter um efeito diferente, ou quer, propositadamente usar posições diferentes para os acordes, coisas assim. Você pode observar em DVDs ou videos de muitos artistas que em algumas ocasiões os violonistas e guitarristas usam o capo. Aqueles caras são profissionais, caramba. Jamais estariam ali se não soubessem sequer transportar tonalidade.</li>
<li><strong>Afinal, transporte de tonalidade (sem capo) é difícil?</strong> &#8211; Em absoluto. Não é difícil. Se alguém lhe tentar colocar na cabeça a idéia de que transporte de tonalidade é coisa para profissionais, experts do violão, mande passear. Para fazer o transporte de qualquer tonalidade para outra, porém, é necessário conhecer, em primeiro lugar, o braço do violão. Em segundo lugar, os acordes das diversas tonalidades. E em terceiro lugar, é preciso compreender como funciona a escala cromática. E nenhum destes três tópicos é difícil. Apenas leva certo tempo para treinar os diversos acordes.</li>
<li><strong>Então, o capotraste não é uma &#8220;muleta&#8221; para quem não sabe acordes nem transporte de tonalidade?</strong> - Não. O capotraste é um recurso que bem utilizado pode ter muita serventia. E como já disse, quem quer estudar mesmo violão não deve aprender só meia dúzia de acordes e ficar usando o capo para transportar. Mas pode sim, usar o capo, sem problema algum.</li>
<li><strong>Um iniciante em violão pode usar capotraste?</strong> - Pode, mas não como se fosse parte do estudo. Suponhamos que você tenha aprendido somente três ou quatro acordes. Aí vai lá no site de cifras e encontra uma música com acordes diferentes. Digamos, um tom acima da sequencia de acordes que ele sabe. Nada impede que use o capotraste para tocar com os acordes já aprendidos. Mas isto não significa que ele não deva continuar seus estudos, aprendendo novos acordes.</li>
<li><strong>O Bruno (eu) usa muito o capotraste?</strong> - É curioso&#8230; eu tenho diversas músicas gravadas, nas quais toco todos os instrumentos, incluindo violão e guitarra. Em nenhuma &#8211; repito &#8211; nenhuma delas uso o capotraste. Jamais também toquei ao vivo com capotraste. Ou seja, não tenho costume de usar capotraste. O que também não quer dizer absolutamente nada. Quer apenas dizer que seja qual for a tonalidade, prefiro tocar o violão sem capo. Mas depois que fiz algumas experiencias, percebi que podia ter incrementado um pouco minhas gravações usando o capo.</li>
<li><strong>O capotraste enriquece odesempenho do músico?</strong> &#8211; Na minha opinião, sim. Usado com criatividade dá versatilidade ao músico. Mas é preciso compreender bem a mecânica da coisa e usar com inteligência.</li>
</ol>
<p>Enfim, aí está minha idéia sobre este assunto. Ficar radicalmente contra o uso do capotraste é como ficar radicalmente contra qualquer coisa. Radicalismo, na maioria das situações, não funciona. É preciso ter a mente aberta. Ficar contra o capotraste é quase como ficar contra quem não toca guitarra com palheta (ou vice-versa). Eu já vi isso também: &#8220;guitarra se toca é com palheta&#8221;. Ora, um dos maiores guitarristas do mundo não usa palheta. Quem é? Mark Knopfler, da banda Dire Straits. Por outro lado, aferrar-se ao uso do capotraste em toda e qualquer situação, também é radicalismo. Radicalismo da preguiça. Pense nisso&#8230;</p>
<p>Siga os links abaixo para saber mais sobre transporte de tonalidade e capotraste:</p>
<p><strong><a title="Transporte de tonalidade" href="http://acordesdeviolao.com.br/2010/02/23/teoria-musical-transporte-de-tonalidade/" target="_blank">transporte de tonalidade</a></strong></p>
<p><a href="http://acordesdeviolao.com.br/videos-2/capotraste/">http://acordesdeviolao.com.br/videos-2/capotraste/</a></p>
<p><a href="http://acordesdeviolao.com.br/2010/02/06/como-usar-um-capotraste-2/">http://acordesdeviolao.com.br/2010/02/06/como-usar-um-capotraste-2/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dois anos de blog&#8230; é uma criança ainda</title>
		<link>http://acordesdeviolao.com.br/2012/01/01/dois-anos-de-blog-e-uma-crianca-ainda/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 14:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Meu blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre mil e uma coisas para fazer, mais festas de final de ano, coisa e tal, nem comemorei o aniversário do blog, que é em dezembro. A &#8220;criança&#8221; Acordes de violão nasceu há dois anos. Em 2011 recebeu aproximadamente 626.000 visitas (mais de 1.400.000 pageviews). Obrigado a você que deu seus cliques por aqui. Não se esqueça de continuar conferindo de vez em quando, porque teremos novidades em 2012. O blog cresceu bastante (em visitas) em relação ao primeiro ano (211 mil aproximadamente). Quase três … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2012/01/01/dois-anos-de-blog-e-uma-crianca-ainda/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5308" title="Acordes de violão - dois anos" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/number-2-300x300.jpg" alt="Acordes de violão - dois anos" width="300" height="300" />Entre mil e uma coisas para fazer, mais festas de final de ano, coisa e tal, nem comemorei o aniversário do blog, que é em dezembro.</p>
<p>A &#8220;criança&#8221; Acordes de violão nasceu há dois anos. Em 2011 recebeu aproximadamente 626.000 visitas (mais de 1.400.000 pageviews). Obrigado a você que deu seus cliques por aqui. Não se esqueça de continuar conferindo de vez em quando, porque teremos novidades em 2012.</p>
<p>O blog cresceu bastante (em visitas) em relação ao primeiro ano (211 mil aproximadamente). Quase três vezes mais. Para mim, uma grande satisfação. E um bom sinal&#8230; existe muita gente interessada em aprender violão.</p>
<p>Você que chegou aqui somente agora, e quer aprender violão, use e abuse do blog. Mas não pense que ler meia dúzia de artigos vai transformá-lo em violonista. É&#8230; a vida é dura. Aprender violão não é tão fácil. Mas com certeza não é impossível. O principal é ter força de vontade. Encarar a coisa a sério. E ao mesmo tempo divertir-se com cada acorde, nota ou ritmo aprendido.</p>
<p>Antes de continuar, agradeço a Deus, por dar-me a oportunidade, capacidade e a vontade de seguir em frente com este blog.</p>
<p>Agradeço também a todos os que tomaram um pouco de seu tempo para fazer comentários. São quase dois mil comentários, até agora. Ok&#8230; alguns negativos. Mas não se pode agradar a todos, é claro. E críticas são sempre benvindas, desde que sejam construtivas. Alguns comentários jamais chegaram a ser publicados. Explico o motivo: tem gente zoada neste mundo, que vem somente para publicar palavrões e ofensas gratuitos. Comentários assim são cortados sem aviso e sem dó (nem ré, nem mi). Imagine um blog com palavrões, ofensas e xingamentos espalhados para que mais de 600 mil pessoas vejam&#8230; aqui não. Já basta que nossas bocas usem palavrões. Não precisamos perpetuá-los por escrito.</p>
<p>Aliás, tenho recebido, na parte de comentários, mais consultas do que comentários propriamente ditos. E apesar de não ser esta a exata intenção de oferecer um espaço para comentários, respondo a todos (todos, sem exceção) pessoalmente. Dá trabalho, mas dá muito prazer também. Uma sensação de dever cumprido.</p>
<p><strong>Planos para 2012</strong></p>
<p>Está em andamento um novo projeto para 2012. Não quero adiantar nenhum detalhe por agora, para não criar especulação. Mas tenho certeza que você vai gostar.</p>
<p>Além deste novo projeto, pretendo ampliar o blog, colocando novos assuntos e &#8211; é claro &#8211; mais artigos sobre o aprendizado de violão. Sempre visando qualidade.</p>
<p><strong>Feliz 2012</strong></p>
<p>Só me resta então desejar a você, visitante, um feliz 2012. Espero sinceramente que consiga realizar seus projetos, entre eles o de aprender violão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Violão mais viola caipira mais cavaquinho = a&#8230; &#8220;Polvo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, distraidamente fazendo uma busca no Google, deparei-me com um artigo intitulado &#8220;Eu, Sócrates e o meu violão&#8221;. Duas palavras me chamaram a atenção: Sócrates e &#8211; é claro &#8211; violão. No artigo, o jornalista Marcondes Brito fala do nosso querido Sócrates, recentemente falecido (4 de dezembro de 2011). Mas Marcondes, em seu artigo, não está noticiando a morte de Sócrates. Ele fala sobre o prazer que teve em ter a presença de Sócrates em sua casa, no ano passado. Sorte de Marcondes, que viu … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/12/05/violao-mais-viola-caipira-mais-cavaquinho-a-polvo/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5275" title="Polvo, violão, viola caipira e cavaquinho num só instrumento" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Polvo.jpg" alt="Polvo, violão, viola caipira e cavaquinho num só instrumento - blog Acordes de violão" width="307" height="410" />Hoje, distraidamente fazendo uma busca no Google, deparei-me com um artigo intitulado &#8220;Eu, Sócrates e o meu violão&#8221;. Duas palavras me chamaram a atenção: Sócrates e &#8211; é claro &#8211; violão.</p>
<p>No artigo, o jornalista Marcondes Brito fala do nosso querido Sócrates, recentemente falecido (4 de dezembro de 2011). Mas Marcondes, em seu artigo, não está noticiando a morte de Sócrates. Ele fala sobre o prazer que teve em ter a presença de Sócrates em sua casa, no ano passado. Sorte de Marcondes, que viu a grande figura que era Sócrates ao vivo e em cores. Mas adivinhe fazendo o quê? Tocando o &#8220;Polvo&#8221;.</p>
<p>Se você não sabia, ficará sabendo agora. Sócrates era apaixonado por música. E quando viu o &#8220;Polvo&#8221;, esqueceu de todo o resto, até mesmo do futebol, imagine você. Mas acredito que isto também aconteceria com você, comigo e qualquer outro que goste de violão.</p>
<p><strong>O que é o Polvo</strong></p>
<p>O Polvo (vamos largar as aspas pra lá&#8230; já temos intimidade com a fera&#8230;) nada mais é do que um instrumento musical assim &#8220;batizado&#8221; por ter &#8220;apenas&#8221; três braços. Tá legal&#8230; eu já tinha visto aquelas guitarras com dois braços. Você também, talvez. Mas três????!!!</p>
<p>Três instrumentos em um só. O braço do meio é um violão, o de cima uma viola caipira e o de baixo, um cavaquinho. Tá bom assim pra você? Para quem toca estes três instrumentos, o Polvo é uma verdadeira &#8220;mão-na-roda&#8221;. Para fazer a farra na roda de amigos então, nem se fala. É exatamente isso que Marcondes faz. E ainda conta que levou uma grande vantagem: quando combina uma reunião com os amigos, a bagagem fica bastante reduzida. Um instrumento só ao invés de três.</p>
<p>Este curioso instrumento foi desenvolvido pela <em>Aden Violões, de Taguatinga &#8211; DF</em>. Uma verdadeira obra de arte, não resta dúvida. Está de parabéns o luthier que deu vida ao Polvo, pois tenho certeza de que não é fácil combinar estes três instrumentos num só corpo. Há muita ciência na coisa.</p>
<p><strong>Quem é o proprietário do Polvo</strong></p>
<p><em>Marcondes Brito</em>, jornalista da Band, tem como hobby a música. Ele é o feliz proprietário do Polvo. Entramos em contato hoje, após eu ter visto seu artigo sobre Sócrates e aqui está o resultado. Eu não poderia deixar passar batido uma curiosidade como esta.</p>
<p>Leia o <a title="Eu, Sócrates e meu violão" href="http://blogs.band.com.br/marcondesbrito/2011/12/04/eu-socrates-e-o-meu-violao/" target="_blank">artigo de Marcondes sobre Sócrates</a></p>
<p>Marcondes Brito</p>
<p>Contato: <a href="mailto:marcondes@band.com.br">marcondes@band.com.br</a></p>
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		<title>Como interpretar tablaturas para violão</title>
		<link>http://acordesdeviolao.com.br/2011/12/05/como-interpretar-tablaturas-para-violao/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalas de violão]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de violão]]></category>
		<category><![CDATA[tablaturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você, como a maioria de nós mortais, não sabe ler partituras, não está aprendendo violão clássico, nem estudando num conservatório ou coisa que o valha, provavelmente já fez amizade com tablaturas. Se não fez, algum dia fará. As tablaturas são uma espécie de substituto para partituras. É claro que não substituem as partituras em sua totalidade, mas quebram um bom galho. Tablaturas para violão Na verdade, as tablaturas &#8220;para violão&#8221; servem tanto para violão como para guitarra. O que pode haver de diferença (que … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/12/05/como-interpretar-tablaturas-para-violao/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você, como a maioria de nós mortais, não sabe ler partituras, não está aprendendo violão clássico, nem estudando num conservatório ou coisa que o valha, provavelmente já fez amizade com tablaturas. Se não fez, algum dia fará.</p>
<p>As tablaturas são uma espécie de substituto para partituras. É claro que não substituem as partituras em sua totalidade, mas quebram um bom galho.</p>
<p>Tablaturas para violão</p>
<p>Na verdade, as tablaturas &#8220;para violão&#8221; servem tanto para violão como para guitarra. O que pode haver de diferença (que me ocorre agora), são os bends, muito usados na guitarra, mas nem tanto no violão. É possível fazer um ou outro bend no violão, mas o instrumento não tem a mesma flexibilidade da guitarra para esta tarefa.</p>
<p>Basicamente, a tablatura mostra as seis cordas do violão, com números em sequencia sobre elas. Assim:</p>
<p>E|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;            Corda 1<br />
B|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;            Corda 2<br />
G|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;2&#8212;&#8211;4&#8212;&#8211;5&#8212;&#8211;         Corda 3<br />
D|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;2&#8212;&#8211;3&#8212;&#8211;5&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;         Corda 4<br />
A|&#8212;&#8211;3&#8212;&#8211;5&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;          Corda 5<br />
E|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;           Corda 6</p>
<p>Esta tablatura representa uma escala de C (dó maior). Repare que somente três cordas estão sendo utilizadas: A, D e G (5, 4, 3). Os números sobre as cordas mostram qual casa do violão deve ser tocada. A execução então se processa da esquerda p0ara a direita, de cima para baixo. No caso acima, você iniciaria na corda 5, casa 3. Depois tocaria corda 5, casa 5. Em seguida, corda 4 casa 2. E assim por diante.</p>
<p>O que a tablatura não faz, diferentemente de uma partitura, é mostrar o andamento da música, o compasso, pausas, etc. Por isso o uso mais comum de uma tablatura é para realizar um solo, por exemplo, de uma música já conhecida. Um introdução, um lick ou riff também. Alguma boa alma vai lá, &#8220;tira&#8221; o solo de ouvido e passa para uma tablatura. Da mesma maneira que se faz com acordes.</p>
<p>As tablaturas para violão são muito úteis para estudar escalas. Uma vez que você se acostume com tablaturas, estudar escalas fica muito mais fácil. Mesmo porque, no estudo de escalas, quem determina a velocidade é você, dependendo do seu nível. Você &#8211; é claro &#8211; começa devagar e vai aumentando a velocidade conforme sente o progresso em suas mãos.</p>
<p>Começando a usar tablaturas para violão</p>
<p>Caso você não tenha ainda usado tablaturas, a coisa mais importante é&#8230; paciência. Algumas pessoas, ao ver pela primeira vez uma tablatura, sentem apenas vontade de nunca mais ver aquilo. É verdade, aconteceu comigo. Olhei, toquei duas notinhas e larguei. Não tive a paciência necessária para aprender primeiro e depois tocar. É claro que mais tarde me arrependi, voltei lá, fiz o dever de casa e aprendi.</p>
<p>Por isso, tenha calma. Pegue uma tablatura fácil, como a mostrada acima, para começar. Planeje o que vai fazer antes de querer tocar. Posicione sua mão na escala do violão corretamente. Abaixo coloquei a mesma tablatura dada acima, com a dica dos dedos a serem usados, em vermelho, abaixo da tablatura. Na mão direita, para tocar as cordas, utilize os dedos indicador e médio (1 e 2). Ou palheta, sendo uma palhetada para cima, outra para baixo.</p>
<p>E|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;            Corda 1<br />
B|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;           Corda 2<br />
G|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;2&#8212;&#8211;4&#8212;&#8211;5&#8212;&#8211;         Corda 3<br />
D|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;2&#8212;&#8211;3&#8212;&#8211;5&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;         Corda 4<br />
A|&#8212;&#8211;3&#8212;&#8211;5&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;          Corda 5<br />
E|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;           Corda 6</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><em>   2        4       1        2        4      1         3        4</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você pode regular sua guitarra</title>
		<link>http://acordesdeviolao.com.br/2011/10/01/voce-pode-regular-sua-guitarra/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 11:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guitarra]]></category>
		<category><![CDATA[Regulagem]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra]]></category>
		<category><![CDATA[regular guitarra]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo guitarrista, profissional ou não, pode aprender a regular sua própria guitarra. Qualquer guitarra precisa de regulagem. Guitarras têm partes móveis que recebem uma regulagem padrão de fábrica, a qual nem sempre é a regulagem ideal, ou a regulagem que o guitarrista necessita. Nada contra a regulagem feita na fábrica. Seria praticamente impossível a uma fábrica regular minuciosamente cada guitarra. E mesmo que o fizessem, jamais conseguiriam agradar a todos. &#160; &#160; &#160; &#160; Partes da guitarra que necessitam de regulagem Tensor &#8211; Este é um bicho-papão … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/10/01/voce-pode-regular-sua-guitarra/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5055" title="Guitarra Xaviere" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/xaviere-300x283.jpg" alt="Regular guitarra" width="300" height="283" />Todo guitarrista, profissional ou não, pode aprender a regular sua própria guitarra. Qualquer guitarra precisa de regulagem. Guitarras têm partes móveis que recebem uma regulagem padrão de fábrica, a qual nem sempre é a regulagem ideal, ou a regulagem que o guitarrista necessita.</p>
<p>Nada contra a regulagem feita na fábrica. Seria praticamente impossível a uma fábrica regular minuciosamente cada guitarra. E mesmo que o fizessem, jamais conseguiriam agradar a todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Partes da guitarra que necessitam de regulagem</strong></p>
<ul>
<li>Tensor &#8211; Este é um bicho-papão para uns e outros por aí. Sabe-se porque cargas d&#8217;água existe uma espécie de &#8220;aura&#8221;, um mito sobre o tensor. E algumas pessoas gostam, adoram espalhar mitos e boatos. O mito consiste em que, ao se tentar regular o tensor de uma guitarra, é muito fácil quebrar o tensor. O que seria &#8211; e isto não é mito, é verdade &#8211; um grande problema. Acontece que o tensor é uma haste metálica que corre dentro do braço da guitarra (ou violão). Em qualquer parte que um tensor quebrar, o conserto é muito difícil. Mesmo espanar a parte do tensor em que se encaixa a chave para regulagem é um problemão. Entretanto, a quebra do tensor nao é tão fácil assim. Aliás, é muito difícil quebrar um tensor fazendo a regulagem corretamente. É claro que se alguém for mexer por mexer e ficar dando voltas e mais voltas no tensor, pode acabar por quebrá-lo. Mas a regulagem em si consiste &#8211; na maioria dos casos &#8211; em 1/4 de volta, 1/2 volta. O que não quebra tensor algum. Porém, os espalhadores de conversa fiada ficam tagarelando e dando a impressão de que nem se deve encostar a mão no tensor. Isso é pura besteira. Utilizando a chave correta e fazendo a regulagem também correta, não se quebra tensor algum. Uma pequena ressalva deve ser feita a instrumentos velhos, que nunca foram regulados. neste caso, o tensor pode estar preso, &#8220;emperrado&#8221;, até mesmo oxidado. Aí, sim, é preciso cuidado. Jamais force a barra. Tente virar normalmente, sem colocar muita força. Se não conseguir, hora de procurar ajuda.</li>
<li>Ação &#8211; A ação da guitarra é a altura das cordas em relação ao braço. As guitarras já possuem parafusos para esta finalidade, junto à ponte. Nos modelos tipo Gender, a regulagem é feita corda por corda. Cada corda possui um &#8220;carrinho&#8221; que a suporta o qual se deve regular para subir ou descer a ação da corda. Nos modelos tipo Gibson, a ação é regulada somente em dois parafusos, um do lado das cordas mais agudas e outro do lado das cordas mais graves. Esta regulagem é mais simples do a das guitarras tipo Fender.</li>
<li>Captadores &#8211; Quanto aos captadores, trata-se apenas de regulagem da altura dos mesmos em relação às cordas. Os captadores possuem parafusos para esta finalidade. A regulagem vai do gosto ou necessidade do músico. Não se deve achar que &#8220;quanto mais perto das cordas, melhor&#8221;. Isso não funciona assim. Há uma distancia mínima em que os captadores reproduzem o som das cordas satisfatoriamente. Ou seja, mais perto do que esta distancia, irá causar zumbidos, distorção. Muito longe também é ruim, porque irá diminuir a potência da captação. Mas não é muito difícil conseguir um bom resultado, basta ouvir, testar. É possível também deixar o captador mais próximo de um dos dois lados (agudo ou grave), dependendo do estilo e do efeito que se quer obter.</li>
<li>Trêmolo &#8211; Guitarra com alavanca necessitam de regulagem do trêmolo. Via de regra, em trêmolos do tipo usado nas guitarras Fender Strato, basta deixar a base do trêmolo paralela com o corpo da guitarra, sem encostar. É possível também retirar ou acrescentar molas (na parte de trás da guitarra), para deixar a ação do trêmolo mais suave ou mais dura.</li>
<li>Oitavas &#8211; Esta é a última regulagem que você deve fazer. Jamais regule as oitavas antes de tensor, trêmolo e ação. Porque estas regulagens influem nas oitavas. Melhor dizendo: desregulam as oitavas. Por outro lado, fazer estas três regulagens (tensor, trêmolo e ação) e não regular as oitavas, também está errado. Neste caso, suas oitavas ficarão desreguladas. A regulagem de oitavas é relativamente simples, executada através de parafusos na ponte da guitarra. E consiste em fazer com que cada corda soe a mesma nota tanto solta como na casa 12. Evidentemente, na casa 12 a nota soará uma oitava acima da corda solta. Em alguns casos, devido a problemas em alguma parte da guitarra, ou mesmo pequenos defeitos de fabricação, não se consegue uma regulagem exata. Se a difereça for muito pequena, não há problema. Se for grande, chegando a meio tom, é preciso verificar o que há de errado com a guitarra, pois neste caso, haverá diferenças inaceitáveis em vários lugares do braço da guitarra, tanto em notas isoladas como em acordes.</li>
</ul>
<p>Certo. Aí estão os itens a serem regulados numa guitarra. O porém aí, é como fazer isso. Se você sair &#8220;regulando&#8221; de qualquer maneira, vai se dar mal. Provavelmente vai terminar com algo pior do que começou. Porque desregular é mais fácil que regular.</p>
<p>Não que seja difícil. Basta saber o que, quando e como fazer. A  sequencia de regulagem é esta acima descrita. Mas cada etapa tem suas regras, suas características, especificações. É quase como inflar o pneu do carro sem ter idéia de quanto ar se deve colocar, nem de quanto ar se está colocando. Podem acontecer três coisas: 1) o pneu fica mucho; 2) o pneu fica muito cheio, duro; 3) O pneu estoura. No caso da guitarra, é quase isso. Se você vira um parafuso até que se acabe a rosca e continua virando, vai espanar a rosca. Se vira para o lado errado está desregulando. E assim por diante.</p>
<p>Aí, muitos dizem: &#8220;ah, não&#8230; isso é muito difícil!&#8221;. Eu digo que não. Sabendo o que se deve fazer em cada etapa, em menos de uma hora a guitarra está regulada. E &#8211; garanto &#8211; uma guitarra bem regulada fica muito melhor para se tocar.</p>
<p><strong>Como aprender a regular uma guitarra</strong></p>
<p>Eu só posso dizer como foi que eu aprendi. Li muita coisa (em inglês) na internet. Comprei um manual de um bom luthier (Dan Erlewine). Catei minha guitarra e fui testando o que aprendi. Li mais. Assisti videos. Catei a guitarra novamente. Basicamente foi isso. Parece muito simples agora, mas não foi bem assim. Como eu não sabia nada, não tinha muita certeza do que estava fazendo. Quando finalmente compreendi tudo o que havia lido e visto, resolvi sintetizar isso no</p>
<p><strong><a href="http://regularguitarra.com.br" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4821" title="Manual de regulagem de guitarra" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/REGULARGUITARRA140.jpg" alt="Manual de regulagem de guitarra" width="112" height="155" /></a>Manual de regulagem de guitarra</strong></p>
<p>Escrevi este manual há pouco mais de dois anos, usando uma linguagem bastante acessível, sem muitas tecnicidades e firulas. O manual simplesmente diz o que você deve fazer e que resultados deveria obter. Simples e direto. Todos os manuais vendidos nestes pouco mais de dois anos, deram resultado. Quem comprou aplicou as  instruções e &#8211; sem maiores problemas &#8211; regulou sua guitarra. Porque o manual não deixa margem para dúvidas. E o resultado é palpável. Eu senti isso em minhas guitarras.</p>
<p>Para que você tenha idéia, eu tinha uma guitarra Epiphone, a qual &#8211; evidentemente &#8211; jamais havia sido regulada. Quando comecei a checar a guitarra para ver o que precisava ser regulado, cheguei a pensar que o tensor estava quebrado. Não estava. Estava &#8211; desde que comprei a guitarra &#8211; completamente frouxo, solto. Ou seja, não estava exercendo sua função que é a de tensionar o braço no sentido oposto ao das cordas. Qual era o efeito disso? Um braço que parecia um arco, completamente ao sabor da tensão das cordas.</p>
<p>Seria muito difícil a guitarra simplesmente soltar o tensor desta maneira por si só. Provavelmente veio assim de fábrica. Fiz uma regulagem completa nesta guitarra, inclusive retificando levemente alguns trastes, refixando tarraxas, etc. Quem te viu e quem te vê! Ficou uma belezura.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="font-size: large;">Adquira hoje mesmo seu exemplar do </span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="font-size: large;">Manual de regulagem de guitarra! </span></strong></span><a href="http://regularguitarra.com.br" target="_blank"><img class="size-full wp-image-5059 aligncenter" style="border: 0px currentColor;" title="Comprar manual de regulagem de guitarra" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprar1.png" alt="Comprar manual de regulagem de guitarra" width="116" height="50" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que uma boa regulagem pode fazer pela sua guitarra</strong></p>
<p>Muitas vezes uma guitarra que parece &#8220;uma porcaria&#8221; não é. Bem, guardemos as devidas proporções&#8230; Tem guitarra que é porcaria mesmo. Mas nem sempre aquela guitarrinha que não é daquela marca famosa é ruim. Com alguns cuidados e uma boa regulagem, pode ficar bem &#8220;tocável&#8221;.</p>
<p>Acontece que em muitos casos, por falta de conhecimento, a gente simplesmente pega o instrumento, faz o básico, que é trocar as cordas e afinar e pronto. O que acontece então? A guitarra dura (ação alta), não pega afinação direito (oitavas desreguladas), trasteja (tensor muito apertado ou ação muito baixa), produz zumbidos e distorção (captadores muito próximos às cordas), perde afinação quando se usa o trêmolo (trêmolo desregulado), e assim por diante. É claro que uma guitarra assim&#8230; dá mais é raiva, certo?</p>
<p>Aí você vende a guitarrinha, coitada, por preço de banana e investe uma boa grana numa &#8220;guitarra boa&#8221;. E fica todo feliz. Mas logo percebe que existem algumas semelhanças entre as duas. E acaba pensando que comprou gato por lebre. Ou que fez um mau negócio. Ou que todas as guitarras são assim e você é que não sabe tocar.</p>
<p>Por isso, antes de dar um pontapé em sua guitarra atual, dê a ela uma chance. Uma boa limpeza, cordas novas e a regulagem podem fazer com que você nunca mais abandone sua guitarra de estimação.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Adquira hoje mesmo seu exemplar do </strong><strong>Manual de regulagem de guitarra! </strong></span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://regularguitarra.com.br" target="_blank"><img class="aligncenter" style="border: 0px currentColor;" title="Comprar manual de regulagem de guitarra" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprar1.png" alt="Comprar manual de regulagem de guitarra" width="116" height="50" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Rock in Rio 2011, você escolheria estes artistas?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 06:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[rock in rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois dizem que eu só fico baixando a ripa em tudo quanto é coisa. Chamar um evento como este de &#8220;Rock&#8221; in Rio é, no mínimo, uma anedota. Que o Brasil não é um grande produtor de bandas de rock, é notório. Creio que por estas e outras já  andamos chamando de &#8220;banda de rock&#8221; uns e outros por aí, sem a mínima propriedade. Kid abelha, Legião urbana e Engenheiros do Hawai, por exemplo. Nada contra (nem a favor) nenhuma destas bandas. Mas pra chegarem … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/09/26/bandasnorockinrio2011/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4991" title="Rock in Rio" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/rock-in-rio-logo-500x500-300x300.jpg" alt="bandas no rock in rio" width="300" height="300" />Depois dizem que eu só fico baixando a ripa em tudo quanto é coisa. Chamar um evento como este de &#8220;Rock&#8221; in Rio é, no mínimo, uma anedota.</p>
<p>Que o Brasil não é um grande produtor de bandas de rock, é notório. Creio que por estas e outras já  andamos chamando de &#8220;banda de rock&#8221; uns e outros por aí, sem a mínima propriedade. Kid abelha, Legião urbana e Engenheiros do Hawai, por exemplo. Nada contra (nem a favor) nenhuma destas bandas. Mas pra chegarem a ser rockeiros vai uma grande distancia.</p>
<p>Mas vá lá. Na falta de bandas de rock, colocar estas bandas ainda seria viável. De vez que se aproximam muito mais de rock do que&#8230; ah&#8230; Ivete Sangalo. Ou Milton Nascimento.</p>
<p>Eu até entendo os organizadores convidarem pessoas ilustres como os dois mencionados. Não vou comentar a respeito de Ivete Sangalo. Mas Milton Nascimento&#8230; por favor&#8230; Ele deveria, ao ser convidado, dar uma baita gargalhada e &#8211; sem a menor dúvida &#8211; recusar o convite. Não tem nada a ver. ele não precisa (acredito eu) aparecer num evento destes. Aliás, um artista do gabarito de Milton Nascimento tem condições de reunir uma enorme platéia por si mesmo, não enfiado num evento destes.</p>
<p>Aliás, acabo de ver no Youtube a apresentação de Milton Nascimento. E o que vi só fez reforçar minha opinião. Era melhor que tivesse recusado o convite. Longe de mim baixar a ripa no Miltão, portanto nem vou dizer o motivo. É óbvio demais.</p>
<p>Não vou fazer aqui uma lista enorme de artistas que não deveriam estar lá. Há muitos outros, é claro.</p>
<p>Na verdade, o que os organizadores colocaram lá foram nomes. Nomes famosos. Não sei como não convidaram Luan Santana. Aliás, faria mais sentido que Ivete Sangalo. Ou não.</p>
<p><strong>Há bandas no Brasil que poderiam estar no Rock in Rio?</strong></p>
<p>Há bandas brasileiras que fazem cover de bandas de rock estrangeiras. E fazem muito bem feito. E outras que tentam trabalhar suas próprias músicas, mas não conseguem ir em frente. Motivos à parte, se os organizadores do Rock in Rio dedicassem um pouco mais de tempo em busca não de nomes, mas sim de bandas de rock, creio que o evento sairia ganhando.</p>
<p>Um rockeiro que é rockeiro mesmo, num simples passar de olhos nos nomes deste evento, das duas uma: ou morreria de rir, ou vomitaria.</p>
<p>Além dos nomes brasileiros completamente fora do contexto, ainda tem umas coisas&#8230; Elton John. Tá&#8230; vamos deixar o homem passar por rockeiro. Mas o sujeito já teve seus momentos, vamos e venhamos. O que dizer então da presença de Stevie Wonder?</p>
<p>Será que até mesmo no âmbito internacional temos que viajar tão longe no tempo pra contratar um artista? Acabaram-se as bandas de rock do mundo inteiro? Se era pra trazer dinossauro, que fosse o Aerosmith. Eagles.</p>
<p>Se quiser fazer um exercício masoquista, tente fazer a programação das bandas no Rock in Rio para daqui a trinta anos. É relativamente fácil. Basta escolher artistas que façam bastante sucesso hoje, e que nada tenham a ver com Rock.  Daqui a trinta anos já estarão prontinhos&#8230;</p>
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		<title>Acordes de ukulele &#8211; C, Am, F, G</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 19:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acordes de ukulele]]></category>
		<category><![CDATA[Ukulele]]></category>
		<category><![CDATA[Acordes]]></category>
		<category><![CDATA[ukulele]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui está uma sequencia de acordes de ukulele bem fácil. Com quatro acordes: C, Am, F e G na tonalidade de C (dó maior). Se você ainda não viu, confira a afinação do ukulele, para saber porque os acordes são assim formados. Com esta sequencia, é possível tocar várias músicas. Uma delas seria &#8220;Pense em mim&#8221;, de Leandro e Leonardo. É uma sequencia muito utilizada. Formação de acordes &#8211; ukulele A formação de acordes obedece as mesmas regras para todo instrumento. O que é diferente, por … <a href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/09/21/acordes-de-ukulele-c-am-f-g/"> Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4975" title="Ukulele ohana" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ukulelecolorido-260x300.jpg" alt="Acordes de ukulele" width="260" height="300" />Aqui está uma sequencia de acordes de ukulele bem fácil. Com quatro acordes: C, Am, F e G na tonalidade de C (dó maior).</p>
<p>Se você ainda não viu, confira a <a title="Afinação ukulele" href="http://acordesdeviolao.com.br/2011/09/21/como-e-a-afinacao-do-ukulele/" target="_blank">afinação do ukulele</a>, para saber porque os acordes são assim formados.</p>
<p>Com esta sequencia, é possível tocar várias músicas. Uma delas seria &#8220;Pense em mim&#8221;, de Leandro e Leonardo. É uma sequencia muito utilizada.</p>
<p><strong>Formação de acordes &#8211; ukulele</strong></p>
<p>A formação de acordes obedece as mesmas regras para todo instrumento. O que é diferente, por exemplo, do ukulele para o violão, é a posição dos dedos, devido à diferença na afinação.</p>
<p>Acordes naturais são formados pelos seguintes graus de cada escala: 1, 3 e 5.</p>
<p>Porque estou apresentando estes específicos acordes? Pelo seguinte. Se eu lhe mostrasse, por exemplo, C, C7, Cm e C4, o que você faria com estes acordes, além de apenas treiná-los? Nada. Portanto, mostro uma sequencia de acordes do campo harm&#8221;onico de C (dó maior), com a qual você pode tocar várias músicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 524px; height: 535px;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img class="aligncenter size-medium wp-image-4966" title="C - dó maior" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/DOMAIOR-300x230.jpg" alt="Acordes ukulele - C" width="300" height="230" /></td>
<td>Acorde C(dómaior)</p>
<p>Basta apertar a corda 1 na casa  3</p>
<p>Todas as demais cordas soltas</td>
</tr>
<tr>
<td> <img class="aligncenter size-medium wp-image-4970" title="Acordes de ukulele - Am (lá menor)" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LAMENOR-300x220.jpg" alt="Acordes de ukulele - Am (lá menor)" width="300" height="220" /></td>
<td> Acorde Am (lá menor)</p>
<p>Basta apertar a corda 4 na casa 2</p>
<p>Todas as demais cordas soltas</td>
</tr>
<tr>
<td> <img class="aligncenter size-medium wp-image-4972" title="Acordes de ukulele - F (fá maior)" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/FAMAIOR-300x228.jpg" alt="Acordes de ukulele - F (fá maior)" width="300" height="228" /></td>
<td> Acorde F (Fá maior)</p>
<p>Dedo 2 corda 4 casa 2</p>
<p>Dedo 1 corda 2 casa 1</p>
<p>As outras duas cordas soltas</td>
</tr>
<tr>
<td> <img class="aligncenter size-medium wp-image-4973" title="Acordes de ukulele - G (sol maior)" src="http://acordesdeviolao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/SOLMAIOR-300x235.jpg" alt="Acordes de ukulele - G (sol maior)" width="300" height="235" /></td>
<td> Acorde G (sol maior)</p>
<p>Dedo 1 corda 3 casa 2</p>
<p>Dedo 3 corda 2 casa 3</p>
<p>Dedo 2 corda 1 casa 2</p>
<p>Corda 4 solta</p>
<p>* Mesmo formato de um D (ré maior) no violão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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