Acordes de violão
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Violão Giannini GWNC5

Violão Giannini GWNC5

GWNC5 – foto site Giannini

  Especificações da fábrica

 

Violão Clássico Sávio totalmente maciço e também disponível na versão elétroacústico GWNC5 EL.

 

 

 

 

 

Tampo: Maciço de Pino Abeto Alemão

Faixa e fundo: Maciços de Indian Rosewood

Tarraxas: Holandesas Douradas

Braço: Mogno com reforço interno

Escala: Ébano

Trastes: 19 em Alpaca

Marcação: Bolinhas Brancas na lateral da escala

Peso Líquido: 1,950 Kg

Acabamento: Verniz brilhante

Garantia: 1 ano

Características da versão/parte eletroacústica:

Captador(es): Rastilho

Opção de Equalizadores: Pré-amplificador ativo Fishman® Prefix Pro Blend com microfone interno ou Pré-amplificador ativo B-Band com duas saídas balanceada.

Um violão Giannini “de peso”

Quando se fala em violão Giannini, sempre vêm à mente aqueles modelos mais simples, me parece. Mas nem só deste modelos vive a Giannini.

Marca tradicional no Brasil, lembro-me dos meus tempos, lá se vão alguns anos. Nem para o modelo mais barato eu tinha dinheiro, fazer o quê?

O violão Giannini mostrado acima para mim teria sido um sonho. Repare nas especificações (retiradas do próprio site da Giannini).

Madeiras de primeira qualidade, maciças. Tanto no corpo como no braço. Um bom violão começa por aí. Com madeiras deste naipe, metade do caminho já está andado.

A outra metade seria a montagem. Não testei o violão, nem sequer cheguei a pegá-lo na mão. Mas quero acreditar que a Giannini, com tantos anos de janela, tenha feito um bom trabalho.

Na versão elétrica, o captador não deixa margem para dúvidas. Fishman, uma das melhores marcas do mercado.

Enfim, aí está uma dica. Se estiver pensando em investir num novo instrumento, considere este violão Giannini. Não creio que perca para os importados de sua faixa de preço (entre 1.800,00 e 2.200,00). Pesquisando na internet achei este violão Giannini GWNC5 na  Casa Vitale (Este é o link direto para a página do violão Giannini GWNC5 que, eventualmente, pode ser retirado do site).

Como já disse, não testei o instrumento. Portanto, teste antes de comprar. Se for o modelo elétrico, teste plugado e sem plugar. Confie nos seus ouvidos e mãos.

 

O que testar

  •  Afinação – Antes de testar afine bem o violão. Confira novamente a afinação ao terminar o teste, para verificar se o instrumento perde a afinação facilmente. Aproveite para conferir o bom funcionamento das tarraxas.
  • Tocabilidade – Comumente nos referimos a o fato do violão ser “macio”. Na verdade isto é a ação, que pode ser ajustada, mas deve vir de fábrica já num nível aceitável.
  • Sonoridade desplugado – Mesmo sendo eletroacústico, o violão deve soar bem desligado. Preste atenção ao volume e diferenças nas cordas mais graves e mais agudas. O violão precisa soar bem em frequencias altas e baixas.
  • Sonoridade plugado – Toque corda por corda com a mesma intensidade e ouça a resposta. Alguns captadores perdem volume em determinadas frequencias (graves ou agudos). Mas não creio que este seja o caso. Captação Fishman tem qualidade.  Ajuste o equalizador e volume para experimentar com vários volumes e frequencias. Procure plugar o violão num amplificador adequado.
  • Trastejamento – Normalmente os intrumentos vêm de fábrica com uma regulagem padrão. As fábricas raramente se arriscam a deixar a ação baixa demais, a ponto de causar trastejamento. Mas confira assim mesmo.
  • Folga do tensor – O site da Giannini não diz se o violão é equipado com tensor. Se for, procure conferir a regulagem, conforme este artigo.
  • Montagem – Procure “sentir” ao tocar se há qualquer espécie de vibração indesejada. Pode haver algo solto, mal montado. Num instrumento desta qualidade é improvável, mas não impossível. Verifique todos os lugares em que uma parte se junta à outra (corpo com braço, por exemplo).
  • Acabamento –  Certifique-se de que não há falhas na pintura (verniz, neste caso), adornos, etc.

Lembre-se: Nenhum instrumento é igual a outro. Mesma marca, mesmo modelo e mesmo assim pode haver diferença. Violões são fabricados em madeira (grande novidade). A madeira é um material muito sutil para se trabalhar. Uma lixadinha a mais e… tome aí uma diferença. Ou pior: um defeito.

 

 

 

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