Violão – acordes relativos


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Os acordes relativos, como você verá a seguir, acabam por si só, explicando muito das escalas maiores e menores. E também da formação de acordes.

Dizemos que um acorde é relativo de outro quando as duas tonalidades (uma maior e uma menor) possuem as mesmas notas em suas escalas. Fácil, certo? Ok, complicou um pouco, mas descomplicaremos já. Repare na tabela abaixo:

Tonal 1 2 3 4 5 6 7 8
C C D E F G A B C
Am A B C D E F G A
C# C# D# F F# G# A# C C#
A#m A# C C# D# F F# G# A#
D D E F# G A B C# D
Bm B C# D E F# G A B
D# D# F G G# A# C D D#
Cm C D D# F G G# A# C
E E F# G# A B C# D# E
C#m C# D# E F# G# A B C#
F F G A A# C D E F
Dm D E F G A A# C D
F# F# G# A# B C# D# F F#
D#m D# F F# G# A# B C# D#
G G A B C D E F# G
Em E F# G A B C D E
G# G# A# C C# D# F G G#
Fm F G G# A# C C# D# F
A A B C# D E F# G# A
F#m F# G# A B C# D E F#
A# A# C D D# F G A A#
Gm G A A# C D D# F G
B B C# D# E F# G# A# B
G#m G# A# B C# D# E F# G#

 

Obs: Algumas notas deveriam ser representadas em suas escalas com o simbolo b (bemol), porém para efeitos práticos utilizamos apenas # (sustenido).

As linhas em branco são as tonalidades maiores e as linhas em cinza, as menores. No primeiro campo temos o nome da tonalidade e a seguir as notas de sua escala. A numeração indica o grau de cada nota na escala.

Muito bem. Olhe a primeira linha, tonalidade C (dó maior). A linha cinza logo abaixo é a tonalidade Am (lá menor). As duas tonalidades são relativas. Os dois acordes (C e Am) são relativos. Porque possuem as mesmas notas em suas escalas. E assim sucessivamente com as outras tonalidades.

Como encontrar acordes relativos no violão

No violão, acordes relativos são facilmente encontráveis, sem consultar a tabela. Para um determinado acorde maior, basta trazer a nota tônica (que dá nome ao acorde) três semitons para baixo, ou seja, três casas para baixo.

Por exemplo: suponhamos que você faça o acorde C e a tônica (C) está na terceira casa da quinta corda. Três casas para trás, teremos a quinta corda solta, que é A. Portanto, o acorde relativo de C é Am. Um acorde relativo de um dado acorde maior sempre será um acorde menor. E vice-versa.

Evidentemente, para achar no violão o acorde relativo de um acorde menor, “viajaremos” três casas para frente.

Suponhamos, por outro lado, que você esteja fazendo o acorde D (ré maior), na posição em que a quarta corda (D) fica solta. É claro que não é possível andar três casas para trás neste caso. Simplesmente encontre a nota ré em outra corda. Quinta corda, casa cinco, por exemplo. Andando três casas para trás, teremos a nota B. O acorde relativo de D é então Bm (consulte a tabela).

Como achar a escala menor relativa a partir da escala maior

Dada uma escala maior, achar a escala relativa daquela tonalidade é muito fácil. As notas se repetem a partir do sexto grau. Veja a tabela abaixo:

Tonal 1 2 3 4 5 6 7 8
C C D E F G A B C
Am A B C D E F G A
C# C# D# F F# G# A# C C#
A#m A# C C# D# F F# G# A#
D D E F# G A B C# D
Bm B C# D E F# G A B
D# D# F G G# A# C D D#
Cm C D D# F G G# A# C
E E F# G# A B C# D# E
C#m C# D# E F# G# A B C#
F F G A A# C D E F
Dm D E F G A A# C D
F# F# G# A# B C# D# F F#
D#m D# F F# G# A# B C# D#
G G A B C D E F# G
Em E F# G A B C D E
G# G# A# C C# D# F G G#
Fm F G G# A# C C# D# F
A A B C# D E F# G# A
F#m F# G# A B C# D E F#
A# A# C D D# F G A A#
Gm G A A# C D D# F G
B B C# D# E F# G# A# B
G#m G# A# B C# D# E F# G#

 

Como você pode ver, as notas se repetem. Porém, é claro, começando pela nota que dá nome à nova tonalidade. Veja por exemplo o sexto grau da escala de B (si maior). É a nota G# (sol sustenido). A linha abaixo, da tonalidade G#m começa então com a nota G#. Repare que, continuando em frente, temos a repetição do sétimo e oitavo graus. Como o oitavo grau é a mesma nota do primeiro, podemos ver claramente a repetição, na seguinte sequencia: 6,7,1,2,3,4,5 da tonalidade B.

Uma das muitas utilidades de saber que uma determinada escala maior é igual a uma outra menor, é na hora de improvisar um pequeno solo, por exemplo. Se você sabe tocar a escala maior e a tonalidade da música é menor, voilá! As notas são as mesmas, lembra?

Utilidades dos acordes e escalas relativos

Para “tirar” uma música de ouvido, também é bastante útil conhecer os acordes relativos. Uma vez que você saiba a tonalidade em que a música está, saberá que poderão aparecer os seguintes graus e seus relativos, para começar:

I, IV e V

Na escala de C (dó maior), teríamos:

I – C e Am

IV – F e Dm

V – G e Em

É claro que podem aparecer outros acordes, mas seguindo esta diretriz, você com certeza já estará com meio caminho andado – ou mais! Estude um pouco a tabela e com certeza achará outras peculiaridades nas escalas.

 

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56 Comentarios

  1. Marcos says:

    Muito legal suas explicações, vc esta de parabens pela simplicidade e ao mesmo tempo mostrando detalhes importantes.

    Uma pergunta: Além da sequencia I, IV e V quais as outras que se pode montar?

    Grande Abraço.

    • Bruno says:

      Obrigado pelo comentário e elogios também (sempre é bom…). As variações de sequencias são muitas. Se você analisar diversas músicas, verá que há infinitas progressões de acordes. O importante é saber quais acordes cabem dentro de uma tonalidade. Sabendo o básico, fica fácil compreender o restante. Leia Harmonia musical e você compreenderá melhor. Por vezes, o acorde V vem antes do IV. Em outras, um relativo vem depois do I. Depende da melodia da música. Enfim, não há regra definida. Mas há probabilidades, como você poderá ver no artigo mencionado (harmonia musical), em campo harmônico.

    • Leo Fernandes says:

      Grande Bruno! Sou professor de violão e guitarra em Porto Alegre- RS, e utilizo muitas das boas idéias contidas no teu blog, para ensinar a gurizada! Poucos músicos tem a coragem de apresentar os conhecimentos que para a maioria dos iniciantes é “um mistério para iluminados” quando na verdade, é um conhecimento que tu tornas acessível a todos! Estamos juntos e obrigado pela força! Abraço

      • Bruno says:

        Olá Leo. Legal, Leo. É bom saber que a minha pequena contribuição ajuda seus alunos. Eu sei como é não ter acesso a informação. Na minha época, a coisa era difícil. Tive que aprender na marra. Hoje as coisas são mais fáceis, com a internet. E você tem razão, estamos juntos mesmo. Meu blog, como você deve ter reparado, não concorre com professores e sim, complementa aquilo que o professor ensina. E daqui a alguns anos, quem sabe teremos alguém tocando lá na TV, e dizendo: “…aprendi com o Leo e com o Bruno…”, rerere. Um grande abraço.

  2. pedro paulo de lima vasconcellos bitenkurt silva prado de morreira says:

    ei ta muito bom isso muito obrigado pois logo serie como juninho afram como kiko loureiro e outros mais emquanto isso nao acontece vcs me ajudaram e vou ser eternamente gratos a vcs por isso valeu mesmo falou

    • Bruno says:

      Obrigado novamente. Fico feliz de saber que alguém está se beneficiando com o blog. Volte sempre e obrigado pela presença.

  3. pedro paulo de lima vasconcellos bitenkurt silva prado de morreira says:

    marco on as sequencias podem variar infinitamente porque existem muitas musicas que fogem ate mesmo de muitos campos harmonicos o metodo mais simples e eficas para se tirar um bom proveito das sequencias das musicas e ter um ouvido atento e sensivel a todo tipo de harmonia seja ela qual for bons estudos e ate mais um abraçço!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Bruno says:

      É verdade. Mas primeiro é necessário aprender a regra. As exceções vêm depois. E a grande maioria das músicas populares não foge à regra. Valeu o comentário e a visita. Obrigado.

  4. pedro paulo de lima vasconcellos bitenkurt silva prado de morreira says:

    ei vcspodiam adicionar videos ai tambem iria ajudar bastante!!!!!!!!mais de qualquer forma muito obrigado por tudo que vcs tem neste sait falou um abraço e ate mais

    • Bruno says:

      A intenção é esta mesmo. Já tenho programados alguns videos. Só falta tempo para fazer. Mas vai haver, se Deus quiser. Obrigado pela visita e pelo comentário.

  5. Everon says:

    Estou iniciando no violão…qual é o melhor para mim, tocar de ouvido ou por música (partitura)?

    • Bruno says:

      Depende muito de você. Aprender violão clássico requer muita dedicação e seriedade. E leva mais tempo para se obter resultados palpáveis. Mas é sem dúvida a melhor opção para quem quer tocar violão em sua plenitude. Se você tem tempo, paciência e recursos para pagar uma boa escola, siga em frente. Se for como a maioria de nós, simples mortais sem um tostão furado no bolso, a segunda opção é a mais viável. O popularzão, aprendido na raça. Pense bem…

  6. Wellerson says:

    Bruno, você é demais cara, parebéns pelo trabalho, estou aprendendo a tocar violão de forma simples e divertida.

    Abraços!

  7. Felipe says:

    Kra Eu Queria Saber Um Coisa, Por Que D é Relativo de A ??
    Por Que Na Tabela Não Mostra Acorde Maior Para Maior,
    Só De Maior Para Menor E De Menor Para Maior, Essa Dúvida Tá Me Matando!!!

    • Bruno says:

      Felipe, acho que você não entendeu a tabela. De cima para baixo, vem primeiro o acorde maior, depois o menor que é seu relativo. Portanto, relativo de C = Am, relativo de D = Bm e assim por diante. D não é relativo de A. Siga a tabela e vai encontrar A. Em seguida, F#m que é seu relativo. Acordes são relativos porque têm as mesmas notas em suas escalas. por exemplo: a escala de D tem as mesmas notas que Bm (seu relativo). O relativo de um acorde maior é sempre um acorde menor e vice-versa.

  8. Anderson says:

    Ótimas explicações Bruno, é sempre bom aprender com pessoas como vç, que estão dispostas a repassar o conhecimento.
    Pergunto ainda se toda essa explicação é aplicável a outros instrumentos que não o violão, como o acordeon e piano? Obrigado
    Abçs

    • Bruno says:

      Olá Anderson. Bom também é que tem gente como você, que quer aprender. Sim, isto se aplica à música em geral, qualquer instrumento. Um grande abraço e volte sempre. Há novidades a caminho.

  9. adilson says:

    Bruno,

    parabéns pelo seu site/blog achei-o muito educativo, acredito que em breve será um “google” da inicialização do violão e por que nao dizer guitarra. Sua explicação teorica é excelente o melhor que esta tudo num so lugar e nao espalhado na internet com varias pontos de teoria.
    gostaria de fazer uma observação: na tabela que voce montou para a escala Am a oitava nao seria a nota A ( e nao C dó ) como está escrito ?

    Uma duvida que tive é a seguinte: em outras pagina de seu blog voce montou uma escala de DÓ inclusive com video nesta escala voce usa varias notas da escala de dó mas ainda ficam outras pra trás sem tocar embora tenhamos várias escalas ao longo do braço e voce utilizou apenas as mais proxima da mao do violao nesta posição o que voce chamaria de oitava tocando todas estas notas ? melhorando um pouco a pergunta ao se fazer no violao a sequencia CDEFGABC ao terminar com o C teria chegado a uma oitava, qual seria a sequencia para se chegar a segunda oitava ? ou melhor a pergunta direta o que é fazer a oitava em C e como fazê-la no violão ?

    Que Deus lhe de dinheiro e tempo para continuar com suas aulas neste blog,

    obrigado,

    Adilson

    • Bruno says:

      Olá Adilson. Gostaria de ter mais leitores iguais a você, que acaba de me ajudar. Realmente, a nota certa é A. Nem poderia deixar de ser. Esta me escapou. Foi até bom, porque eu já estava ficando meio convencido… brincadeira. Sou apenas um ser humano e como tal, erro. Obrigado pelo aviso, vou corrigir. Quanto à sua pergunta, sim, ao chegar a outro C, na escala ascendente, você está oitava acima (mais agudo). Para chegar à segunda oitava é só seguir em frente, repetindo as mesmas notas. Acontece que se você pára – por exemplo – na nota C da corda 1, casa 10, só restou a corda um para notas mais agudas, e o próximo C (mais agudo) está na casa 20. Não sei exatamente o que você quer dizer com “fazer oitava”. Uma oitava, no violão, corresponde a doze casas. Por exemplo: A sexta corda solta, soa a nota E. A sexta corda, apertada na casa 12, também soa a nota E, uma oitava acima. Mas você pode achar a mesma nota na corda quatro, casa 2 (E, uma oitava acima da corda 6 solta). A mesma nota está na corda 1 solta (E, duas oitavas acima da corda 6 solta). Repare que quando você faz o acorde E, apertando a corda 3 na casa 1 e as cordas 4 e 5 na casa 2, você tem a nota E em três cordas diferentes e em três oitavas diferentes. Leia também o artigo http://acordesdeviolao.com.br/2010/04/04/o-que-sao-oitavas/. Se ainda restam dúvidas, não seja tímido. Pergunte. Grande abraço.

  10. adilson says:

    Bruno,

    Perfeito suas observações sobre a oitava, eu estava mesmo confuso até mesmo para perguntar mas da forma que voce explicou agrupou muito dos conceitos que ja havia lido num geral e ficou bem esclarecido,

    agradecido novamente e continue com este trabalho,

    voce está de parabéns,

    Adilson

  11. Cacá says:

    Olá, …realmente muito bem explicado seu texto. Só queria saber se esse conceito de relativas se aplica a todas as escalas, por exemplo, poderia dizer que a escala pentatonica maior de C é relativa a pentatonica menor de A?? Valeu!!

  12. Lucas says:

    Gostei muito do seu post! Ajudou no tema que eu estava procurando.Obrigado.

  13. Karlinhos says:

    concerteza otimo
    baixei suas apostilas e que maravilha
    aprendi d+
    so naum compro pq to sem renda no momento mais quando tiver ne!
    um otimo professor! Deus lhe abencoe sempre!

  14. Luciano says:

    e ai fera beleza?,olha;entrei numa escolinha de musica aqui da cidade ja faz um bom tempo,mas sempre olhando ou tirando musicas pela net.so agora to tentando não olhar mais em musicas cifradas pra ver se começo e aprendo a tocar de ouvido e cifra-las sozinho.vc acha que vai ser muito dificil aprender tocar sem olhar depois desse tempo todo tocando as musicas olhando no papel?um abraço

    • Bruno says:

      Olá Luciano. Algumas pessoas têm mais dificuldade em tocar sem olhar a letra e os acordes. Procure treinar músicas com poucos acordes primeiro e vá montando um repertório de músicas que você sabe sem olhar nada. Com o tempo você pega o jeito, garanto. Um grande abraço.

  15. leonardo says:

    ola boa tarde gostaria que me enviassem todas as sequencias de acordes.desde ja obrigado.

  16. Mário Alho says:

    Em primeiro lugar quero dizer que estou grato por ter a vossa ajuda, muito obrigado mesmo.

    Em segundo lugar eu continuo pedindo mais aulas como essas, pois gostei muito e como eu toco um pouco de teclado quero saber se posso aplicar essa teoria no teclado, pois me parece que dá certo!

    Sempre no aguardo de mais aulas vossa.
    Deus abençoe voçes todos.

    • Bruno says:

      Ola Mario. De nada. Há mais artigos no blog sobre acordes em geral e sim, a teoria sobre acordes aplica-se tambem ao teclado, eceto o formato, é claro, que é diferente. Um grande abraço.

  17. tania says:

    oi eu preciso saber como faz os acordes sustenidos tipo na tabela explicando qual casa e corda.agradeço desde ja

    • Bruno says:

      Tania, veja o artigo Tocando violão com sustenido e bemol e terá uma boa idéia a respeito. Um abraço.

  18. Flavo - Bsb DF says:

    Valeu ai Bruno ótimas explicaçoes, poucos que sabem querem ou tentam ensinar algo , guardam pra si e nao repassam nada, voçe é o cara !!! Valeu ai!!! Abraço!!!

  19. cleber siqueira says:

    Bruno, parabéns por vc ensinar, c/ simplicidade e sutileza, c/ muita didática.
    Comecei fazer violão 3 meses e ainda tô engatinhando,mas suas dicas teem ajudado demais.
    Parabéns e fique c/Deus, q tá aumentando seus créditos!

  20. José Carlos de Oliveira says:

    Bruno, achei interessante a primeira vista o material que disponibilizas. estudei música aos 14 anos de idade e é uma paixão que carrego desde então. Não conclui os estudos, e a clarineta não foi um marco, mas o violão eu sempre desejei aprofundar. Tentei sozinho, brinco as vezes com alguns poucos acordes, mas gostaria de fazer mais, coisas do tipo: improvisos, harmonizações, solos, quando vejo meus amigos tocarem fico “babando” e penso que nunca vou conseguir fazer igual. Mas dando uma olhada no material pela internet achei interessante, mas não finalizei a compra. Gostaria de um comentário seu se conseguirei satisfazer esses requisitos seguindo seu material? Não sou violonista mas quero tornar-me um.

    • Bruno says:

      Olá José. O meu curso é para iniciantes. É o começo do começo. Se você já consegue tocar corretamente algumas músicas, não é para você. É para quem não sabe nada de violão. Em breve estarei lançando algo para intermediários. Se quiser conferir, continue ligado no blog. Um abraço.

  21. Emerson Nascimento says:

    Bruno eu queria saber se usando essa tabela poderei utilizar-la para tocar musicas só de ouvido. Claro se eu conhecer bem todas as notas de cada escala dessa, e souber também a tonalidade da músicas, e queria que vc me explicasse por que acordes chamados dissonantes não são inclusos nas escalas ? por que aparecem somentes acordes naturais, sustenidos e bemóis ?

    • Bruno says:

      Olá Emerson. Para tirar música de ouvido é necessário conhecer as escalas, campo harmônico e acordes, além, é claro de ter um bom ouvido. Quanto mais você souber de teoria e prática de violão, mas estará apto a tirar músicas por conta própria. Os acordes dissonantes são alterações dos acordes naturais de cada escala. Por exemplo: no campo harmonico da tonalidade de C, existe o acorde Am, que é relativo de C. Mas numa música qualquer pode existir o acorde Am7, que é uma variação. Um abraço.

  22. luciano says:

    Tudo de bom,mto boa as dicas,tenho uma duvida,tenho um cavaquinho e um violão,no caso gosto e me dou muito melhor no cavaco,ele dificulta no caso de estar cifrando uma musica?

    • Bruno says:

      Olá Luciano. Eu não toco cavaquinho, mas apesar da afinação e posição para os acordes serem – evidentemente – diferentes, as regras musicais são as mesmas. Não creio que dificulte nada não. Um grande abraço.

  23. Emerson Nascimento says:

    Bruno eu queria que você com sua experiência me diz o porque disto:

    Quando comecei a tocar violão usava os dedos e parecia que era bem melhor pra mim, fazia as batidas bem. Mais acontece que há uns meses aprendir a tocar com a palheta e acho muito bom porque o som saí limpo e bem definido, porém quando vou tocar usando os dedos parece que perdir o ritmo, não consigo abafar os sons meus dedos esbarram nas cordas cortando o som e sinto a mão pesada, o que será que pode ter acontecido, será que é falta de atividade com os dedos ?

    • Bruno says:

      Olá Emerson. Pode ser inatividade mesmo, se você abandonou de vez os dedos para tocar com a palheta. Experimente alternar entre um e outro. Não exagere de nenhum lado. Se com o tempo os movimentos não voltarem, é estranho. Porque a falta de prática pode fazer com que isso aconteça, mas o treino deve fazer com que volte ao normal. Um abraço.

  24. alyson says:

    muito bom aprendi muita coisa valeuu mesmo.

  25. tony Barbosa says:

    gostaria de saber pra achar os relativo dos sustendidos menores . qual seria a regra. fico grato

    • Bruno says:

      Olá Tony. A regra para acordes relativos não muda. Aplique a mesma regra para todos os acordes, sejam sustenidos ou não. Um abraço.

  26. augusto says:

    eu ñ entendi nada disso
    eu qerria qe augen me ensinase .agora eu ja vou coloqei 25sentavos na lan só para mandar isso para vc falo

    • Bruno says:

      Olá Augusto. Inscreva-se no boletim acordes e terá mais informações. Abraço.

  27. João says:

    Bruno prabens pelo trabalho,bom cra so iniciante eu kero saber como uso esses relativos para pegar musicas de ouvido ?

    abraços

    • Bruno says:

      Olá João. Isto é apenas uma parte na arte de “pegar música de ouvido”. Ajuda, na medida em que você sabe que os acordes relativos podem aparecer na música. Mas há muito mais, é claro. É preciso conhecer escalas, campo harmonico, por exemplo. Um grande abraço.

  28. Jesus Alcindo Pintor says:

    Bruno, seu ensinamento sobre Escalas e Harmonia Musical, é da hora. Gostei, fiz numa folha, de todas as notas, conferi,com sua explanação, de 99 a100% coretas. Aprendi.
    Entendeu a gente não esquece mais. obrigado. Abraços

  29. andre says:

    duvida: se o acorde é maior e eu vou improvisar um solo no tom relativo,que no caso é menor,como vc ensinou, tenho que usar a escala menor no solo? outra coisa ,tenho que fazer o tom relativo com base na ultima nota tocada ou no tom da musica? pergunto isso pq as vezes acontece de me chamarem as pressas pra tocar alguma musica e quando não consigo pegar as notas de ouvido fico solando no tom relativo igual vc ensina,obrigado e parabéns pela iniciativa,coloquei o site nos meus favoritos.